sexta-feira, 3 de junho de 2016

Município de Guapó foi abandonado pelo Governo de Goiás.

Desafio é a palavra que Luiz Juvêncio escolheu para definir o que é ser prefeito de Guapó. Primeiramente porque como advogado militante acompanhou uma série de desmandos, atos de corrupção e incompetência de ex-governantes do município. Ao assumir a prefeitura herdou uma dívida de 22 milhões de reais, sendo 7 milhões com a Celg, mais de 1 milhão com a Saneago, 4 milhões com o INSS, 6 milhões do Fundo de Previdência além da folha de pagamento de dezembro em atraso. As dívidas foram negociadas e ainda estão sendo pagas.

“Pequei a prefeitura com 14 pontes caídas, e em dois anos fiz 10 pontes. Também não havia trator, patrola, pá mecânica ou caminhão”, revela Luiz Juvêncio, acrescentando que ele correu atrás do prejuízo e conseguiu da presidente Dilma Rousseff um caminhão, uma patrola e uma retroescavadeira. Da receita ele recebeu dois caminhões e 18 veículos, e uma unidade móvel do Samu proveniente do governo federal.

O prefeito reclama que o município de Guapó foi abandonado pelo governo do Estado. A cidade não recebeu nenhum recurso estadual, principalmente de asfalto. “Devemos tudo ao governo federal, e também ao apoio dos deputados Flávia Morais, Rubens Otoni e Dona Iris”, garante Luiz Juvêncio.

Mas em sua opinião quem realmente vestiu a camisa do munícipio foi o deputado estadual Bruno Peixoto e o deputado federal Pedro Chaves. Ele destaca ainda o apoio do ex- secretário de Assuntos Federativos da Presidência Olavo Noleto.

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